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Mateus Alves lamenta derrota, mas põe meta grande para a temporada: “Jogar o US Open”

Mateus Alves

Mateus Alves lamenta a derrota e dores nas costas contra o Gustavo Heide

Mateus Alves, é um dos principais nomes do tênis masculino brasileiro na atualidade. O atleta de 21 anos, que é o atual 406º colocado do ranking da ATP não desanima e quer crescer no circuito, chegando a jogar os Grand Slams.

Após sua estreia no Challenger Dove Men+ Care 80 em Salvador, Mateus deu entrevista ao Esportes Mais comentando sobre seus problemas físicos que tem atrapalhado o seu crescimento, e o que falta para alcançar níveis ainda mais altos no circuito.

E+: Sobre o torneio em Salvador, como você se sentiu?

Mateus Alves: Gosto muito da cidade, gosto muito do clube, tenho um dos meus melhores amigos aqui, acho que é um baita evento, ainda mais por ser no Brasil, muito legal.

E+: A partida hoje não foi com vitória, como destacar sua atuação?

Mateus Alves: Infelizmente ainda estou me recuperando de uma lesão nas costas que vem me incomodando a algumas semanas e não pude jogar da melhor maneira possível, mas parabéns ao Gustavo que fez grande jogo.

E+: Saindo de Salvador, você tem algum objetivo para o resto da temporada?

Mateus Alves: Meu principal objetivo é poder jogar os qualis de Grand Slam, pode entrar entre os top 250 da ATP… eu pretendo estar perto do 300, e quem sabe no final do ano, estar jogando o quali do US Open ou na Austrália.

E+: O que você quer melhorar no seu jogo para o resto da temporada?

Mateus Alves: Bom são vários quesitos, tenho que melhorar ainda mais as armas que eu tenho, o saque, a direita, na verdade tem bastante coisa para melhorar e adquirir ainda mais maturidade para poder jogar nesse nível.

E+: Sobre as dificuldades da transição do juvenil para o profissional…

Mateus Alves: É muito difícil, como em qualquer área profissional e vai de cada um, se teu maior sonho e sua maior vontade é estar dentro de uma quadra de tênis, e estar feliz com isso, se o sonho é buscar o profissional, o caminho não vai ser fácil, caminho sempre é duro, é aproveitar a jornada e ter a cabeça aberta para melhorias é o principal. Sem abrir mão de algumas coisas, não tem como chegar lá.

Não irei jogar na semana que vem no Challenger do Chile, por conta da lesão, mas espero voltar para as próximas semanas nos Estados Unidos em Little Rock e Orlando.

 

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