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Carol sobre o Brasil na VNL Feminina: “O saldo até agora é positivo”

Carol - Brasil

Carol, melhor central da VNL, falou com a CBV sobre a campanha na primeira fase

O Brasil tem a melhor bloqueadora da Liga das Nações de Vôlei Feminino, a Carol, central. A jogadora que se destaca pela característica, marcou 52 pontos assim na primeira fase da VNL, e é um dos principais destaques da competição até agora. Além disso, ela ainda é a terceira melhor sacadora da competição com 12 pontos e a melhor pontuadora do Brasil com 137 marcados.

Brasil pronto para a fase final

Números impressionantes que fizeram ela ser a jogadora da primeira fase da VNL. Ao lado de um time jovem com Kisy, Julia Bergmann, Julia Kudies, Ana Cristina, Diana, Gabriela, Lorenne, Pri Daroit, as levantadoras Macris e Roberta e as líberos Nyeme e Natinha, formam o roster que estará essa semana na fase final da Liga das Nações em Ancara, Turquia.

A Seleção Brasileira é uma das favoritas para a competição, mas não a principal favorita. Visto que os Estados Unidos chegam forte, além da Turquia jogando em casa e da forte Itália.

O primeiro duelo é de quartas de finais. A Seleção Brasileira enfrenta o Japão às 9h da manhã com transmissão do Sportv2 que irá transmitir todos os jogos das quartas de finais, semis e finais da competição que antecede o Campeonato Mundial no final do ano. E Carol foi a entrevistada do dia pela CBV. Veja abaixo como foi a entrevista:

Como você analisa a participação do Brasil na fase classificatória da Liga das Nações?

Carol: A fase de classificação foi muito positiva para o time. Tivemos uma evolução boa. Assimilamos bem as derrotas e focamos na busca por evolução. Conseguimos crescer individualmente e como equipe a cada jogo. Temos um grupo jovem, que está em formação e criando a cara de uma equipe. O Zé teve a oportunidade de testar todo o grupo e isso mostrou que estamos no caminho certo. Agora, será muito importante para nós enfrentar uma fase eliminatória.

O que você espera do confronto contra o Japão nas quartas de final?

Carol: É sempre difícil jogar contra o Japão. Elas têm um jogo muito rápido e vai ser importante ter paciência. Vamos precisar sacar bem e ter uma relação eficiente entre o bloqueio e a defesa. Sabemos que elas vão defender demais e vamos precisar atacar duas ou três bolas para conseguir fazer o ponto. Temos que usar a juventude das meninas a nosso favor.
Você tem se destacado em dois fundamentos importantes no confronto contra o Japão: bloqueio e o saque…

Carol: O saque vai ser fundamental no confronto contra o Japão, para tirar um pouco da velocidade delas. A defesa também será importante e o bloqueio tem o papel de ajudar a defesa a jogar, porque é difícil fazer ponto direto desse fundamento contra as japonesas. São três fundamentos importantes: o saque, a defesa e o ataque.

Como você vê o seu papel hoje na seleção feminina? A experiência tem ajudado?

Carol: É difícil falar de um papel, porque somos um time e todas agregaram de alguma forma. Tenho minha experiencia, mas a Gabi, a Macris e a Pri Daroit também têm ajudado e contribuído bastante dentro e fora de quadra. Temos conseguido agir como grupo. Nosso papel é ser exemplo no dia a dia e estou muito feliz com o grupo que formamos.

Melhor bloqueio da competição, segundo saque mais eficiente, maior pontuadora do Brasil. Como define seu momento atual?

Carol: Vivo um momento muito feliz. É muito bom estar com a seleção, com um grupo novo, que tem muito a crescer. São anos de dedicação ao voleibol e tenho a sorte de praticar o esporte que amo. Defender a camisa do Brasil é sempre muito especial. Quero aproveitar ao máximo esse momento.

 

Calendário da Fase Final da Liga das Nações de Vôlei

Quarta (13) – Brasil x Japão – 9h

Quarta (13) – Estados Unidos x Servia –  12h30

Quinta (14) – Itália x China – 9h30

Quinta (14) – Turquia x Tailândia – 12h30

Imagem: Volleyball World

 

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