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Guia Libertadores da América: Grupo 1

Grupo 1

A união do elenco alvinegro foi um fator que contribuiu para levar o time da Pré-Libertadores ao Grupo 1 da competição

Colaborador no texto: Thiago Vargas

Alguns torcedores acreditam que a Libertadores só começa, de fato, com os jogos da fase de grupos, no entanto, há quem diga o contrário. Para os torcedores do Fogão, por exemplo, a competição começou em janeiro, com o primeiro duelo contra o Colo-Colo, do Chile. Até aqui, foram confrontos contra dois clubes sul-americanos que resultaram na classificação para a almejada etapa.

O clube de General Severiano tem sua força na união da equipe, o que pôde ser percebido após a vitória sobre o Olímpia. Após defender o último pênalti, o goleiro Gatito Fernández correu para abraçar Helton Leite, que foi o titular até se machucar e ser substituído pelo jogador que atua na mesma posição.

As melhores atuações do Glorioso foram nos anos de 1963 e 1973, quando chegou às semifinais do torneio. Vale lembrar que o regulamento era diferente em ambas as edições. Já em 2014, última participação do clube, ele caiu ainda na fase de grupos.

Se depender do otimismo da torcida alvinegra, o Botafogo irá mais longe em 2017. Com os maiores públicos do ano no Estádio Nilton Santos durante os jogos da competição e o aumento do número de sócios torcedores, que chegou a 27 mil nesta semana, a tendência é que o apoio permaneça até o fim.

O queridinho da torcida sul-americana também aparece como um dos componentes do grupo. O Atlético Nacional, da Colômbia, deu uma aula de empatia após o acidente de avião com o elenco da Chapecoense, e encantou os amantes do futebol pela comoção com o acontecimento e, também, por abrir mão do título da Sul Americana 2016 para o clube catarinense.

Com dois títulos, o clube é o atual campeão da Libertadores e irá em busca de mais uma conquista com Macnelly Torres, camisa 10 do time. Hoje, alguns ex-jogadores do alviverde de Medellín estão atuando no Brasil, caso dos atacantes Berrío, que assinou com o Flamengo, Guerra e Borja, que integram o plantel do Palmeiras.

Outra equipe que também está presente é o Barcelona, sem o trio “MSN”, porém, com a dupla “CA”: Caicedo e Ayoví, que integram a seleção do Equador. Homônimo do clube catalão, o time fundado em Guayaquil possui 23 participações em Libertadores e acumula dois vice-campeonatos na década de 1990. Apesar de ser apontado como o mais fraco, a equipe é a atual campeã nacional e pode surpreender os adversários durante os jogos em casa.

Com quatro títulos conquistados, o Estudiantes conhece a Libertadores como poucos. Após ficar dois anos longe da maior competição do continente, a equipe argentina volta com uma grande novidade: seu atual presidente, Juan Sebastián Verón, anunciou seu retorno aos gramados. Capitão e líder em 2009, quando o clube conquistou a América pela ultima vez, o ídolo promete ser o grande destaque do elenco comandado por Nelson Vivas.

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