
Brasil perde para a Noruega, está fora da Copa e completará 28 anos sem ser campeão mundial
O Brasil está fora da Copa do Mundo de 2026. Neste domingo (5), no MetLife Stadium, localizado no Meadowlands Sports Complex em East Rutherford, Nova Jérsei (EUA), derrota para a Noruega por 2 a 1.
A partida, válida pelas oitavas de final, começou com um gol anulado, logo no terceiro minuto. Martin Odegaard, em contra-ataque, acionou Alexander Sorloth, que estava em posição de impedimento, passar para Patrick Berg chutar no alto e balançar as redes.
Depois, com um pênalti claro de Kristoffer Ajer sobre Matheus Cunha, porém só assinalado com auxílio do VAR, aos 13 minutos, Bruno Guimarães cobrou mal e Orjan Nyland pulou para o seu lado esquerdo e fez a defesa.
No segundo tempo, aos 14 minutos, Endrick, que havia acabado de sair do banco, recebeu ótimo lançamento de Vinícius Júnior, saiu na cara do gol, mas chutou para fora, perdendo uma chance incrível. Aos 34, Schjleuderup, sem marcação, fez boa jogada e cruzou pelo alto. Erling Haaland subiu mais alto que Gabriel Magalhães e cabeceou de forma certeira para abrir o placar. Aos 44, Haaland balançou as redes novamente, ao chutar forte, rasteiro e cruzado, da entrada da área, sem chances para Alisson.
Ainda deu tempo de o Brasil descontar, com Neymar, de pênalti, de Ostigaard sobre Casemiro, mas foi só. Assim, a Noruega disputará as quartas de final de uma Copa do Mundo pela primeira vez.
Brasil registra marcas inéditas
Já o Brasil… Continua sem jamais ter vencido os noruegueses (dois empates e três derrotas). Cai nas oitavas de final de uma Copa depois de 36 anos. Eram oito classificações seguidas para as quartas de final.
A seleção brasileira, comandada pelo italiano Carlo Ancelotti, registrou seu jogo de menor posse de bola em toda a história da Copa do Mundo. Apenas 34% contra a Noruega, superando os 40% diante da Holanda, em 1998.
O jejum sem títulos da Copa vai saltar para pelo menos 28 anos, até a Copa de 2030. Trata-se do maior período desde que se tornou campeão do mundo. E nunca o Brasil havia ficado sete Copas seguidas sem erguer a taça.
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