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Wilfried Zaha: o homem de duas seleções

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Não é novidade assistir a jogadores que nasceram em um determinado país, jogando por outras nacionalidades. Temos exemplos nascidos em solo tupiniquim que fizeram sucesso com a camisa de outros países. Os luso-brasileiros Pepe e Deco, disputaram grandes competições por Portugal. Thiago Motta, vestiu a amarelinha, mais ganhou destaque com a “Azurra” e talvez, a mudança mais polêmica de todas, de Diego Costa. O hispano brasileiro, chegou a jogar pela nossa seleção na era Felipão, no entanto, por não ter participação em competição oficial, optou por defender a “La Roja”, como é chamada a seleção espanhola, pouco antes do mundial de 2014, frustrando os brasileiros.

Se engana, quem pensa que defender outras seleções é coisa de brasileiro, mais o fato a seguir é um tanto que curioso.

Wilfried Zaha, 24 anos, atacante do Crystal Palace, nascido em Abidjan, costa do Marfim. Em meados de novembro de 2012, o anglo-marfinense vivia a melhor fase de sua carreira, era considerado a grande promessa inglesa. O Palace disputava a Championship (segunda divisão inglesa) e caminhava com passos largos para o acesso à primeira divisão. Zaha, ganhava destaque, reconhecimento em solo britânico, quando o então selecionador inglês Roy Hodgson, na iminência da perda de Wayne Rooney, devido a lesão, resolveu dar uma chance para o garoto.

A convocação foi bastante criticada, principalmente por Joey Barton. O volante, atualmente no Burnley-ING, famoso por declarações polêmicas, desafeto de Neymar e Thiago Silva, criticou publicamente o técnico pelo seu twitter por convocar um jogador que não fazia parte do primeiro escalão do futebol inglês outros comentaristas levantaram o mesmo questionamento.

Anos se passaram e Zaha parece ter “caído” no esquecimento da seleção inglesa, sendo convocado apenas em duas oportunidades. A “promessa”, se eternizou. Na frustrante passagem pelo Manchester United com empréstimos a Cardiff e Crystal Palace, clube que ele voltou em definitivo em 2014, foi possível perceber que ele não se passava de mais um “superestimado” jogador inglês. O sonho de disputar uma competição internacional pela seleção estava acabado.

Zaha estava de volta ao Palace, onde tudo começou, também se tornou o recomeço de sua carreira. Desde então, ele tem sido fundamental para o time, com boas atuações, muita regularidade, ajudou na manutenção da equipe na Premier League, e em novembro de 2016, eis que surge uma nova oportunidade para ele disputar uma competição internacional, o chamado de seu país natal. O técnico da seleção marfinense Michel Dussuyer fez um convite e o jogador não pensou duas vezes, encaminhou o pedido de mudança a FIFA. Por não ter disputado competição oficial pelo “English Team”, como é conhecida a seleção inglesa, ele recebeu sinal verde da entidade máxima do futebol, e para sua surpresa, ontem (4), o marfinense foi selecionado entre os 23 jogadores que disputarão a Copa Africana de Nações (CAN) a partir do dia 14 deste mês. A convocação é uma conquista para um jogador que tem desempenhado uma função tão importante em Palace, que voltou a ser cobiçado por grandes clubes, e está na mira do Tottenham-ING.

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