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Retrospectiva Vila Nova 2016: um ano sem sustos

Vila Nova

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O Vila conseguiu se manter na Série B sem grandes problemas, mas não teve muito sucesso no Estadual e na Copa Verde

O Vila Nova veio de um 2015 de sucesso, no qual foi campeão de tudo o que disputou: Divisão de Acesso do Goianão e Série C do Brasileiro. Esse sucesso chamou atenção de outros clubes e alguns jogadores acabaram não permanecendo para 2016. Outros já não faziam parte dos planos da então diretoria e foram dispensados. Saíram: Marcelo (lateral), Gustavo Bastos e Vitor “Louco” (zagueiros), Ramires e Francesco (volantes), Diego Palhinha (meia), Moisés “o Profeta” e Bruno Lopes (atacantes). Enquanto isso chegaram os zagueiros Reginaldo, Douglas Assis e Gustavo Geladeira; o lateral direito Bruno Oliveira; os volantes Luis Fernando,Vitor Rossini e Victor Bolt; o meia Kariri e o atacante Wendell Lira, que naquele momento disputava o Premio Puskas da FIFA e contou com uma votação em massa da galera do tigrão. Esses se juntaram aos que permaneceram: Édson e Wagner Bueno (goleiros),Vinicius Simon (zagueiro), Marinho Donizetti (lateral esquerdo), Róbston (volante), Zotti (Meia), Frontini “Mito”, e o técnico Márcio Fernandes comandante do sucesso colorado em 2015.

Campeonato Goiano

Tendo em vista as duas últimas participações na Elite Goiana(2013 se livrou do rebaixamento na última rodada e 2014 foi rebaixado com uma rodada de antecedência) o Vila fez uma campanha tranquila, porém o início foi decepcionante para os colorados. Somente com torcedores do Tigre no Serra Dourada, o Vila perdeu na estreia para o seu maior rival, o Goiás, por 2 a 0.

No decorrer do campeonato a equipe passou a desenvolver um padrão de jogo sob o comando do técnico Márcio Fernandes, porém após a vitória diante do Anápolis por 1 a 0 no Serra Dourada, o treinador recebeu uma proposta melhor financeiramente do Botafogo-SP, e deixou a Toca do Tigre dois dias antes do segundo clássico contra o Goiás.  Esse clássico acabou em um empate por sem gols, com uma excelente partida do goleiro Wagner Bueno que estava substituindo o então titular contundido Édson. Para o lugar de Marcio Fernandes foi contratado Leandro Niehues, que sem grande sucesso logo acabou demitido.
Na primeira fase o Vila Nova terminou em 2° lugar no grupo B, com 21 pontos, 5 vitórias, 6 empates e 3 derrotas, ficando atrás apenas do Atlético. Coube ao “interino” Rogério Mancini a missão comandar a equipe até o final do campeonato. Na semifinal o colorado teria pela frente mais uma vez o Goiás. Na primeira partida em uma segunda-feira a noite, o Tigrão dominou todas as ações durante a partida, porém não houve exito nas finalizações e o resultado foi um amargo empate por 1 a 1. Na segunda partida a equipe veio um tanto abalada pelas chances perdidas na jogo anterior e não conseguiu impor seu melhor ritmo. O Goiás acabou vencendo por 1 a 0, o Tigre dessa forma estava fora do campeonato.

Copa Verde

Pela Copa Verde a equipe colorada não conseguiu o exito esperado. Na competição jogada no sistema de mata mata, o Vila Nova passou por Brasilia e Luverdense, mas acabou caindo diante do Gama no estádio do Bezerrão em uma disputa por pênaltis. Vale ressaltar que na maioria dos jogos foram utilizadas equipes mistas, para dar ritmo a jogadores que não vinham sendo aproveitados no estadual.

Brasileirão Série B

Com uma base do estadual mantida o Tigre da Vila Famosa vinha para a Série B, o “interino” Rogério Mancini foi efetivado. Com o intuito de brigar pra não voltar à Série C, nas primeiras partidas realmente achou-se que o rebaixamento era eminente, a equipe jogava mal, não conseguia criar, dentro de casa sempre estava decepcionando a massa colorada.

A diretoria não viu outra alternativa a não ser a mudança de comando técnico: saiu Rogério Mancini, entrou Guilherme Alves (que vinha de um trabalho de sucesso no interior paulista, subindo o Novorizontino da série A-3 para a  A-1). Logo na estreia do novo comandante o Vila Nova conseguiu uma vitória fora de casa frente ao Oeste em Barueri.

Triunfos fora de casa que a partir dali se tornariam algo comum na vida colorada, duas rodadas depois da estreia, Guilherme e seus comandados tinham pela frente o maior rival, Goiás, pela quinta vez no ano, e mais uma vez o Vila foi superior, porém a superioridade não se concretizou em vantagem no placar, e a equipe perdia por 1 a 0 até os 46′ do segundo tempo, quando Vandinho empatou.

Fazendo excelentes e memoráveis partidas fora de casa a equipe colorada foi aos poucos fugindo de qualquer risco de rebaixamento ainda no primeiro turno. Fora de casa foram vitórias históricas frente ao Bahia, Vasco, Paraná, CRB, Ceará, entre outros.

Porém, jogando em seus domínios o Tigre não conseguia ter o mesmo aproveitamento, talvez seja por isso que não tenha figurado na briga pelo acesso. Fora de casa uma campanha de G-4, dentro de casa uma campanha de rebaixamento.

O Vila Nova com uma das menores receitas da competição conseguiu ficar a frente na tabela de equipes que tinham muito mais verba para contratar jogadores, como é o caso de Paraná, Joinville, Paysandu, além do arquirrival Goiás,que contava com uma das maiores receitas da série B, atrás somente de Vasco e Bahia. Durante todo o campeonato a equipe colorada viu o alviverde em seu retrovisor, essa superioridade na tabela foi constatada na tarde do dia 15 de Outubro, no superclássico do segundo turno.

Na semana do clássico o presidente Guto Veronez renunciou ao cargo, e acabou deixando uma incerteza muito grande em todos na Toca do Tigre. O Vila chegou no dia do clássico com metade do time com jogadores reservas, pois haviam vários suspensos e lesionados. Enquanto isso o time da serrinha vinha com força total com seus jogadores tidos como estrelas, como Léo Gamalho, Rossi, Walter, etc.

Dentro de campo foi um verdadeiro massacre colorado para cima dos esmeraldinos, durante todo o tempo a equipe do Vila dominou as ações da partida, e mesmo com um a menos manteve a superioridade. Joãozinho e Frontini marcaram para o colorado na vitória por 2 a 1, que para muitos ainda saiu barato para o Goiás pois poderia ser tranquilamente quatro ou cinco devido as chances criadas durante a partida.

Depois da vitória no clássico e com sua vaga garantida na próxima Série B, o Colorado jogou apenas para cumprir tabela. Por alguns momentos foi ventilada a possibilidade de brigar por algo maior do que apenas a permanência na Segunda Divisão, mas os resultados negativos jogando em casa não deixaram a equipe vilanovense sonhar mais alto dentro da competição. Foram 15 vitórias, 8 empates e 15 derrotas que levaram o Tigre a ficar na 12ª posição na Série B.

Expectativas para a próxima temporada

Para 2017 a expectativa é de uma equipe boa e competitiva, brigando sempre por títulos. Muitos jogadores não irão permanecer, como os goleiros Wagner Bueno e Saulo, os zagueiros Vinicius Simon, Gustavo Geladeira e Guilherme Teixeira. Os volantes Victor Bolt, Fagner e Simião. Os atacantes Frontini, Joãozinho e Fabinho. O ídolo Moisés tem contrato mas despertou interesse de equipes do nordeste e pode deixar a Toca. A equipe também se mexe, e já estão contratados  os goleiros Wendell ex-Paraná e Elisson, ex Cruzeiro. O meia Hiroshi ex-Tupi, o lateral Jonathan que esteve em 2016 no Novo Hamburgo-RS, além do técnico Mazzola Junior.

Vila
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Ailto Soares (27 Posts)


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