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Jogador de fut 7 ganha a torcida e recebe apelido carinhoso

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Aos gritos de “Vai Safadão!”, Wesley, diz não se importar com o apelido e acha engraçado

O atacante brasileiro de futebol de 7, Wesley, ganhou a torcida brasileira no Estádio de Deodoro, simplesmente pelo fato de seu nome ser igual ao do famoso cantor Wesley Safadão, toda vez que o brasileiro tocava na bola a torcida gritava “Vai Safadão! Vai Safadão!”. Nascido no Mato Grosso do Sul, o atacante da seleção brasileira tem 26 anos e foi medalha de bronze nesta última sexta-feira (16). Em entrevista ao site do Globo Esporte o jogador disse de forma bem humorada que não se importa com o apelido e lamentou a saída do esporte das Paralimpíadas.

“Não me importo com a brincadeira não. Antes da Paralimpíada o meu cabelo estava grande e eu estava usando aquele rabo de cavalo como o Wesley Safadão usa mesmo. Foi um um gesto carinhoso da torcida brincar com isso e acabou que eu curti”, declarou Wesley.

Wesley Brasil Holanda futebol de 7 Paralimpíada (Foto: Alexandre Loureiro/Getty Images)

Crédito da foto: (Alexandre Loureiro / Getty Images)

 O Brasil jogou bem, teve 3 vitórias e 2 derrotas. Entre as vitórias podemos destacar a goleada sobre a Irlanda, por 7 a 1, mas as outras vitórias foram contra a Grã-Bretanha, por 2 a 1, na estreia e contra a Holanda, por 3 a 1, na disputa pelo bronze Paralímpico. Infelizmente, as derrotas foram contra a Ucrânia, por 2 a 1, na primeira fase e contra o Irã, por 5 a 0, na Semifinal.

Wesley, que nasceu no interior do Mato Grosso do Sul, na cidade de Caira, no Centro-Oeste brasileiro, lamentou a não participação do Brasil na final do fut 7 neste domingo (18) e admitiu o erro na estratégia.

“Nós vínhamos nos preparando para ganhar o ouro, só que um erro de estratégia na semifinal acabou causando a nossa derrota para o Irã. Pelo menos saímos aliviados, porque ganhamos um bronze e o importante numa competição dessa é você sair com medalha”, disse o atacante.

O sul-mato-grossense faz parte da nova geração de futebol de 7 brasileiro, mas foi escalado como titular durante a Rio 2016. Wesley é classificado como classe 5, à de maior deficiência na classificação funcional da modalidade, por isso acabou superando o experiente companheiro de equipe Zeca, o brasileiro também possui o mesmo grau de deficiência do Wesley.

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“Eu dei o meu máximo para chegar a essa condição. Joguei para o grupo o tempo todo, para que saíssemos de campo sempre com os melhores resultados. Avalio a minha participação nessa Paralimpíada como positiva e estou sempre à disposição para ajudar o elenco”, comentou o sul-mato-grossense.

Wesley joga futebol de 7 há 3 anos, pois até os seus 23 anos de idade não conhecia essa adaptação do futebol para pessoas com paralisia cerebral. O mesmo espera que a Rio 2016 ajudará a propagar o esporte no Brasil, mesmo que não esteja nas próximas edições das Paralimpíadas.

“Faço um apelo para a galera divulgar mais a nossa modalidade. Estou neste esporte há três anos, antes disso eu nem sabia que estava apto a jogar futebol de 7 e fui saber por acaso. Tem muita gente no Brasil que também não conhece e poderia estar aqui. Espero que essa Paralimpíada divulgue mais a nossa modalidade, porque estamos aqui de passagem e o futebol de 7 vai continuar e precisamos de novos adeptos”, finalizou Wesley em entrevista ao site do Globo Esporte.

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Arthur Fernandes (341 Posts)

Arthur Fernandes é carioca, o seu hobby é o aprendizado de idiomas e dialetos, o seu objetivo é superar o máximo de expectativas impostas e torce exclusivamente para o Orlando City.


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