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Conheça a trajetória de Jé, pivô da seleção brasileira de futsal, dentro das quadras

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De Porto Alegre para o mundo; Jé conversa sobre sua carreira

Jeferson Luís Correa Carpes, conhecido como “Jé” no mundo da bola, nasceu em Porto Alegre (RS) e possui 33 anos de idade. Atualmente no Kairat AFC (Cazaquistão), Jé, teve passagens por 8 clubes tanto no Brasil quanto no exterior, conquistou cerca de 11 títulos em toda sua carreira, além de tornar-se pivô da seleção brasileira de futsal.

Jé foi revelado pelo Chapecó (SC) em 2006, mas jogou na Intelli (SP) no mesmo ano e em 2007, quando transferiu-se para o Carlos Barbosa (RS), um dos melhores times de futsal do Brasil. Seu último time inédito no Brasil foi o Santos (SP), onde jogou em 2011, depois do time santista o jogador brasileiro retornou para a Intelli em 2 períodos, em 2011 até 2012 e 2013 até 2014.

“Tenho carinho por todos os clubes onde passei, cada um deles tiveram ou tem uma representatividade importante em minha carreira. O Chapecó foi o clube onde me profissionalizei, tive a oportunidade de jogar a minha primeira Super Liga e por isso sou muito grato. Tenho um carinho especial pela Intelli por terem me valorizado profissionalmente, todos lá sempre foram nota mil comigo”, contou Jé ao Esportes Mais.

Crédito da foto: (Divulgação / Flickr oficial do Jé)

 Jé também tem passagens por times estrangeiros. O primeiro clube do brasileiro no exterior foi o Foolad Mahan (Irã) de 2011 até 2012, após ter essa vivência retornou ao Brasil, mas em 2014 foi para a Europa para jogar no Sibiryak (Rússia) e no ano seguinte vestiu a camisa do Kairat AFC (Cazaquistão), mas no mesmo ano também jogou no ElPozo Murcia (Espanha) até 2016 quando retornou para o Kairat AFC, seu atual clube.

“Eu particularmente nunca tive problema com adaptação de jogo em nenhum dos países onde joguei, graças a Deus. Se for para destacar algo, eu citaria a Espanha, onde o estilo de jogo é bem específico e eu tive que mudar um pouco do meu estilo para buscar essa adaptação mais rápida. Lá no Cazaquistão, o mais difícil foi a adaptação à cultura, o país não tem muitas opções de lazer para aproveitar com a família, então era só manter a rotina de treinamentos, restaurante e shopping. Limitava-se a isso por lá”, disse o pivô brasileiro.

Com tantas passagens em clubes, é evidente que títulos foram conquistados. Desde 2008, ano de seu primeiro título, foram conquistados cerca de 11 títulos, ou seja, uma média de 1 à 2 títulos por ano. Os títulos foram conquistados tanto por clubes quanto pela seleção, entre eles: Campeonato Gaúcho, Campeonato Brasileiro, Copa do Mundo, Mundial de Clubes,Liga Nacional do Cazaquistão, Copa do Rei e muito mais.

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 “Graças a Deus, né? Que continue essa média. Então, os que eu destacaria como os mais importantes, por todas as dificuldades envolvidas, seriam dois deles. Primeiro, a minha primeira liga em 2009, atuando pelo Carlos Barbosa éramos azarões e vencemos o fortíssimo time do Jaraguá na casa deles, esse dia foi bem marcante. Segundo, o que considero o ápice para todo atleta, que foi a Copa do Mundo de 2012 pela seleção brasileira”, declarou Jeferson.

Falando em seleção brasileira, ontem (11) o Brasil entrou em quadra pela primeira rodada da Copa do Mundo de 2016, sediada na Colômbia. Os adversários do Brasil na fase grupos, são: Ucrânia, Moçambique e Austrália. O Brasil estreou ganhando da Ucrânia por 3 a 1 e ocupa a primeira posição, em segundo está a Austrália que ganhou o Moçambique por 3 a 2. O próximo jogo do Brasil será contra a Austrália, um confronto direto entre o primeiro e o segundo colocado, a partida será realizada na quarta-feira (14) às 20 horas (horário padrão de Brasília).

” Isso tudo representa muita coisa. Só Deus e eu, sabemos o tanto que foi difícil chegar até aqui, pelos diversos obstáculos superados. Eu me considero um cara muito abençoado por ter tido as oportunidades que eu tive, pelos pais que tenho e eles sempre me deram total suporte. Eu só tenho que agradecer a Deus por tudo conquistado e pela oportunidade que estou tendo de conquistar ainda mais. As minhas expectativas ainda são as melhores possíveis. Sabemos das dificuldades que encontraremos, sabemos que a preparação não foi a ideal por todos os problemas que a seleção passou, mas o nosso grupo é experiente e o talento individual de cada atleta pode fazer a diferença à nosso favor. Já conversamos, nos fechamos e vamos em busca desse oitavo título para o Brasil”, finalizou Jé em entrevista para o Esportes Mais.

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Arthur Fernandes (341 Posts)

Arthur Fernandes é carioca, o seu hobby é o aprendizado de idiomas e dialetos, o seu objetivo é superar o máximo de expectativas impostas e torce exclusivamente para o Orlando City.


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