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As três fases da carreira do Lukas Podolski

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Em um momento “pitoresco”, Podolski desfruta nova posição no Vissel Kobe

Contestado, admirado, um líder. Podolski não é um típico jogador que vive seus últimos passos no futebol. Não sendo tão velho, com 31 anos, o atacante alemão com passagens por grandes clubes, vive seu declínio no desconhecido Vissel Kobe do Japão.

E mesmo que você só tenha conhecido Lukas Podolski por suas várias selfies, o jogador foi de extrema importância para o bom trabalho alemão nos últimos 10 anos. O jogador que chegou a seleção jovem na Copa das Confederações em 2005 é um líder por onde passa.

Porém desde que saiu do  Arsenal a maré não anda boa, o jogador não se firmou na Internazionale, nem no Galatasaray, e deu um passo muito atrás em sua carreira indo para o Japão. Porém Podolski se mostra feliz no Vissel Kobe e em uma nova posição, armador.

Camisa 10 na Alemanha (Até se aposentar) e no Colônia, no Vissel Kobe ele vive isso jogando como um armador que nunca foi na vida, então por isso tem arriscado mais de fora da área. Seu clube é fraco, não luta nem pra chegar a Liga dos Campeões da Ásia.

Começo maravilhoso no Colônia

Seu começo no Colônia foi maravilhoso, a começar por destruir no time B do Colônia, e participar bem nas divisões de base alemãs. Em sua primeira passagem pelos ”bodes” saiu de lá como um ídolo. O jogador que havia jogado a Copa do Mundo em casa, e como titular era a amostra da grande geração alemã que vinha pela frente.

Saiu do Colônia que não vivia uma grande fase com 51 gols em 85 jogos, e começava a deslanchar na Seleção Alemã. Atuava bem e disputava artilharia com Miroslav Klose, quem diria.

Após a copa rumou para o Bayern de Munique, onde não conseguiu se firmar, mas mesmo assim continuou marcando bastante gols, foram 46 na equipe bávara. Mas suas más atuações o levaram até a jogar no time B.

Então o jogador voltou para Colônia.

Boas atuações no Colônia e transferência para o Arsenal

Na sua volta ao Colônia, ele era o 10, incontestável, atacante confiança de Joachim Löw na seleção e líder dos bodes. Podolski salvou o Colônia enquanto pode de ser rebaixado. O clube não se estabilizava e tinha como parceiro de ataque de Podolski um Novakovic que era caneludo e mal de bola.

Mas o camisa 10 não parava de atuar bem. Fazia do Rhein-Energie Stadion sua casa e fazia bastante gols. Na sua volta ao Colônia marcou 45 gols em 96 jogos e foi o maior assistente do período. Sendo assim o Arsenal se interessou e levou o jogador alemão.

No Arsenal, Lukas Podolski começou bem, fazendo gol em clássico em sua segunda partida. Podolski era caracterizado por sua eficiência, era necessário poucos chutes para o jogador marcar contra o adversário.

Contra o Montpellier na Liga dos Campeões em sua primeira temporada, o Alemão fez um dos gols mais bonitos da sua carreira.

Porem em 2015 Podolski não viveu uma boa fase, com a concorrência de Alexis e Walcott ficava mais dificil para Wenger usar o Alemão que foi para a Internazionale.

Internazionale, Galatasaray e Vissel Kobe: O descenso do Poldi

Chegava na Inter cheio de expectativa, o jogador foi recebido com festa. Chegava um dos campeões mundiais para Internazionale que estava em escasso de ídolos, mas a passagem na Itália de Podolski foi terrível.

Foi apenas 1 gol em 18 jogos e logo “vazou” para o Galatasaray.

No Galatasaray o jogador começou irregular, mas foi melhorando e marcando em bastante jogos. Lukas já não era mais aquele jogador decisivo, mas fez 35 gols na equipe turca. Mas precisava de mais para ajudar o clube a chegar a mais.

Ficando apenas duas temporadas no Galatasaray, Podolski se transferiu na temporada passada para o Vissel Kobe.

No Vissel Kobe, o jogador chegou com dois gols e pinta de goleador, mas não foi isso que aconteceu. Podolski marca poucos gols e nem sempre joga bem, mas é ídolo no Vissel e um líder incontestável.

O jogador completou um ano de aposentado da seleção alemã, onde esteve a maior parte de sua glória. Podolski é o terceiro maior artilheiro da seleção atrás de Gerd Muller e Miroslav Klose. Na sua partida de fim marcou um belo gol contra a Inglatera.

Vale se atentar ao que o alemão fará agora com sua carreira, e até onde aguentará jogando futebol.

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Matheus Silva (304 Posts)

Estudante de administração, torcedor do Bahia, do Fluminense de Feira, Kansas City Chiefs, Arsenal e Colônia. Escritor em formação, 18 anos.


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